Por Eduardo Luiz, da Redação PTD - 10/08/2017 - 18:03h.
Moisés parte em defesa de Egídio e de Deyverson: Estamos juntos no mesmo barco
Lateral foi criticado por errar a cobrança derradeira contra o Barcelona, e atacante por se recusar a bater.

Em clima de velório, o Palmeiras voltou a treinar na tarde de quinta-feira após ser eliminado precocemente da Libertadores, e o jogador escolhido para conceder entrevista coletiva foi um dos poucos que se salvaram na atuação ruim diante do Barcelona: o meia Moisés.

Mostrando serenidade, o camisa 10 partiu em defesa de dois companheiros que estão sendo bastante criticados pela torcida: Egídio, por ter perdido a última cobrança de pênalti, e Deyverson, flagrado pela RGT se recusando a cobrar.

"Até antes de defender o Egídio queria parabenizar a torcida pela festa que fez ontem. A cobrança no final a gente entende perfeitamente. A gente só pede que não individualize. Todos fizeram seu melhor. Agora não é momento de caçar um ou outro, é momento de mostrar que é diferente, enchendo o estádio. E não tenho dúvida que será assim porque o torcedor Palmeirense é diferente" iniciou o meia.

"Dentro de campo já me manifestei sobre isso, quando alguns começaram a falar do Egídio, porque ele fez um grande jogo. Um dos melhores dele com a camisa do Palmeiras. Ele não estava nem entre os 5 que bateriam, nossa ideia era fechar comigo, mas passou disso e ali na hora que teve a definição. Ele foi homem pra caramba, mas o goleiro foi feliz. Não tem um culpado aqui. Todos estamos juntos no mesmo barco" completou.

Sobre Deyverson, Moisés comentou: "Eu vi a imagem, não sei se ele negou. O Cuca perguntou como ele estava e ele falou. Prefiro que o jogador seja honesto. Se ele pediu pra não bater porque não estava bem, foi homem pra admitir. Melhor do que ele ir com medo e não fazer seu melhor. Ontem tivemos a infelicidade dos nossos 4 cobradores oficiais não estarem em campo: Jean, Róger Guedes, Dudu e Borja. Os que bateram fizeram seu melhor e infelizmente o melhor dessa vez não foi suficiente".

Por fim, o meia admitiu que o 2017 está sendo um ano frustrante, mas ele não vê terra arrasada: "É notório que não conseguimos fazer um ano dentro daquilo que se planejava, mas a pressão é normal. E a gente também está se cobrando. Paciência, é continuar evoluindo, como estamos evoluindo de um mês pra cá".
 
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