ESCREVER CERTO POR LINHAS TORTAS (17/07/2017)
 


Nossa história de erros começou no "Estadual", frente a um tradicional adversário. Não fosse pelo incidente em campo inimigo e não teríamos ressuscitado os mortos.

Organizados, nós valorizamos a posse de bola e rodamos da direita para a esquerda e vive-versa. Não fosse pelo apito final e estaríamos trocando passes até agora e sentindo a falta de "punch".

Ajudamos a criar uma lenda irreal, pautada na verdade incontestável, porém miserável, de que a bola em nosso poder não é importante. Amigos, quando se sabe o que fazer com ela, sua patente é mais do que prioridade.

E falando nela - quanto mais perto da bola, mais próximos do gol -, Cuca está obcecado pela volta às origens e não economizará esforços para resgatar a "Sociedade" do final de 2016.

Mesmo com a maioria de nossos jogadores abaixo de seu verdadeiro rendimento, ainda contamos com eles. Somente as grandes vitórias encadeadas curam as chagas dos grandes guerreiros. Mais do que claro que o fator emocional continua um divisor de águas entre a boa fase e a fase ruim.

Depois do triunfo frente o "Vitória", onde quem falhou menos, levou, a "maratona palestrina" terá continuidade. "Flamengo" e "Sport" nos esperam, ambos sedentos pelo sangue alviverde e dançando por nossa derrota. Uma oportunidade e tanto para engrenarmos a "máquina palestrina" e chegarmos a "BH" com as mesmas chances psicológicas que o "Cruzeiro".

Continuo acreditando...



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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