ESPERAR O QUÊ? ( 13/10/2017 )
 


Faltam "11" jogos. O final da temporada desenhará o nosso futuro.

Entretanto, ainda respiramos a atual temporada e algumas cabeças acreditam no impossível. Ou improvável? Como diria "Oscar Fingal Wilde (1854 - 1900)": "O homem pode acreditar no impossível, mas nunca pode acreditar no improvável".

Entre o impossível e o improvável vamos nos preparando e procurando reconquistar a confiança da torcida, o maior tesouro de "Palestra Itália". Porém, isto não me parece lógico se os homens não procurarem ponderar e flexibilizar suas ideias. Não é mesmo, Cuca?

Vivendo de sua última conquista, em 2016, Cuca errou na estratégia de 2017 e ainda paga por ela. Ele merece uma nova chance ou o ciclo deste técnico está encerrado? Não estou convicto.

Pouco importa o resultado alcançado frente ao Bahia. Nossos problemas ultrapassam as barreiras de uma simples vitória. Afinal, só nos interessava, interessa ou interessará vencer todas, não é mesmo?

Nossos problemas se resumem ao jogo fora das quatro linhas e que põe a perder dentro delas as horas de alegria de uma coletividade inteira.

Eu falo dos objetivos heterogêneos que mortificam os planos homogêneos e que outrora fossem fomentados pela inteligência seriam coroados pelo sucesso.

Entre o cravo e a ferradura, a temporada chega a termo. Provavelmente a próxima será melhor - sempre foi assim -, mas não precisávamos passar pelo que passamos.

Voltaire (1694 - 1778) nos ensina: "Os homens erram, os grandes homens confessam que erraram".



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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