DISTANTE DO MÁXIMO, POR MEIA-DÚZIA DE SONHOS ( 23/10/2017 )
 


Uma considerável parcela de palmeirenses desacreditou que o atrevimento alviverde fosse algo capaz de surpreender.

"Marley (1945-1981)", músico e poeta jamaicano, engajado na luta por igualdade social diria que nossas vidas se definem por intermédio de momentos, principalmente aqueles em que nos pegam de surpresa.

Nosso adversário subestimou a "Sociedade" e acreditou que ganharia o jogo quando quisesse. Faltou qualidade e sobrou arrependimento.

Por outro lado, o time alviverde foi de uma sintonia apuradíssima e lutou o tempo todo pelo metro quadrado dentro das quatro linhas.

Um time consistente, combativo, versátil, simples e objetivo, a "Sociedade" provou que aquele sonho de "10" entre "10" torcedores pode se realizar, mesmo que por um trimestre.

Continuando assim, como trazer um "técnico cascudo" e  pensar em 2018 longe das mãos de "Alberto"? "Albert Einstein (1879-1945) dá a dica do caminho a seguir: "Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos".

Assim sendo, que se mantenha "Alberto", mesmo que ele seja oficializado apenas em Dezembro... depois do título - e por que não?

Antes que o mundo me crucifique: "Calma torcedor!". Estamos projetando 2018. Mesmo que ele nasça de parto prematuro.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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