A CONQUISTA SCARPA OU NÃO? (12/03/2018)
 


Terminada a fase de acertos técnicos e táticos, algumas constatações ficam e nos deixam confiantes. Uma delas é a pressa do torcedor em definir o campeonato, quando ele mal começou a esquentar.

Acalmem-se, filhos da ansiedade! Jogo a jogo nos pede o bom senso. Sendo assim, o Novorizontino é o próximo litigante e, por enquanto, aquele que mais trabalho nos oferecerá.

Não é hipocrisia pensar assim, porque quanto menos polemizarem sobre a "Sociedade" melhor será.

Encarar o adversário com seriedade, buscando a vitória da forma mais obstinada possível, traduzindo em gols a superioridade é o único caminho para o mundo aceitar a nossa suposta soberania.

A luta pela posse de bola foi um dos últimos legados deixados por "Roger" ao time alviverde. Tendo ela em nosso poder, nós giramos de um lado para o outro e esperamos que uma brecha apareça e nos leve à assistência e ao arremate. Recuperá-la subitamente é o mesmo que "xeque-mate".

Curiosamente, no momento em que mais insatisfeita a torcida demonstrava-se, o time respondeu com raiva e vontade. Alguns mantiveram o nível inicial, tais como "Jaílson", "Ousado" e "Lucas Lima", enquanto outros cresceram com a confiança na ponta das chuteiras, tais como "Antônio Carlos", "Dudu" e "Borja".

Entretanto, ninguém chamou mais os olhares públicos para si do que os "emergentes". "Vitor Luiz" e "Bruno Henrique" não podem e não devem sair do time titular. Mas o que dizer de "Scarpa"? O jogador recém-contratado merece uma vaga.

"Rocha" e "Thiago Martins" foram esquecidos? Não! Todos os elencos tem a sua dose de "Zeca".

"Zeca"? Nós falamos de um lateral "titularíssimo", da "Sociedade" dos anos "70". Não era craque, mas disciplinado taticamente e acima da média.

Enfim, estamos perto do primeiro passo. Pontapé inicial para uma temporada que demonstra-se diferente da anterior.

Chegamos diferentes. Atentos e calejados.



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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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