REINVENTAR-SE SEMPRE (04/04/2018)
 




"Galope Peregrino" acompanha e guarda vigília até a vitória final.

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Até agora, a temporada demonstrou-se satisfatória aos nossos olhos. Rapidamente os jogadores entenderam a mensagem do Técnico "Roger" e a cara de time competitivo, alimentada pela sequência natural dos jogos, acabou gerando confiança à coletividade alviverde.

Alguns atletas apenas ratificaram a expectativa criada, enquanto outros sangraram muito para merecer um lugar entre os titulares.

Entre unanimidades e divisões de opiniões crescemos de forma cascuda. Criticados pela imprensa e pela lendária "Turma do Amendoim" fomos descobrindo onde éramos fortes e onde precisávamos melhorar.

Na verdade, somente seríamos os melhores entre o expressivo contingente de candidatos ao título se nos reinventássemos a cada dia, pois o mercado da bola não permite que os derrotados sonhem com o futuro.

O divisor de águas se deu no primeiro "Derby". Os jogadores odiaram perdê-lo, porque entendiam que o futebol apresentado não espelhava a realidade e não fora digno do favoritismo atribuído ao elenco.

Determinados a honrar a camisa alviverde e varrer da memória da crítica especializada ou não, todo tipo de suspeita que pudesse resistir, a "Sociedade" foi verticalizando o nível técnico e fortalecendo o comportamento tático.

Com o tempo, tudo aquilo que cheirava responsabilidade gerou prazer e os passes, lançamentos e arremates, antes um dever de sobrevivência, em poesia selaram destino.

Não falo em "Família Roger", mas lembro da "Família Palmeiras". Ela é exigente, mas sabe valorizar todos aqueles que oferecem de si o que de mais valioso possuem.

Não sei se alcançaremos o céu, mas o time alviverde está preparado para bater à porta do deuses do futebol e pedir um lugar entre os grandes.



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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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