ENTRAMOS PELA JUSTIÇA, MAS SAÍMOS PELA LEI (25/04/2018)
 


Enfrentaremos neste meio de semana, um dos mais tradicionais clubes do continente e mesmo assim dividimos atenções entre o jogo, a sujeira do "tribunal" e as rusgas contraídas entre atletas e torcida.

Clube grande é assim. Atacar em várias frentes, sempre que houver questões de sumo interesse a serem resolvidas. Ignorá-las? Jamais!

Traremos de "Buenos Aires" um resultado satisfatório se a cabeça do time estiver boa. Afinal, entre outras áreas, o futebol também aborda o emocional.

Assim sendo, a convivência entre atletas e torcedores - embora passional - é assunto para poucas palavras e atitudes compatíveis com a maturidade pretendida. Bate boca, infelizmente, não resolverá o assunto em pauta, muito menos permitirá à paz pretendida trilhar objetivos maiores.

Quanto ao julgamento em que nos envolvemos, ele é o exemplo vivo de como a sociedade varre para baixo do tapete suas diferenças.

Hoje, o lesa-patrimônio está nas mãos de entidades viciadas, no jogo de cartas marcadas, onde a lei e a justiça divergem do caminho a seguir.

Para que a lei se a justiça não é aplicada?

Para que um "tribunal" se o interesse não é punir? Porque punir, ilustres palestrinos, "é encontrar o nome de outros infratores".

Enojamo-nos, mais uma vez, mas continuaremos lutando. Não encontro alternativas melhores para conjurar esse caos de caráter e dignidade.

Ou o homem vai fundo no problema e estanca a dor latente da hemorragia ou estamos fadados a conviver com um labirinto sem saída.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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