UM POUCO DE HISTÓRIA (07/05/2018)
 


"Aquele que preserva a sua história não permite que os erros cometidos outrora tornem a acontecer".

Assim sendo, amigo alviverde que me prestigia, eu faço uso dos anos "70" para explicar as tramas que tecem o time da "Sociedade" da segunda década do "Século XXI".

Compará-los é absurdo. Cada um a seu tempo. Mas adaptar um passado vitorioso ao presente coberto de esperança parece-nos atitude inteligente, de um técnico que de tolo nada possui.

A "Sociedade" dos anos "70" era consistente defensivamente, com a capacidade de trocar passes precisos e um ataque simplesmente cirúrgico.

Líder nato, um goleiro de personalidade forte - "Leão" - rugia à frente de um dos melhores zagueiros que assisti jogar pelo "Palmeiras" e pelo "Brasil" - "Luis Pereira"- .

No meio de campo, uma trinca lendária. Incansável, um drible não perturbava "Dudu". Sua responsabilidade passava por recuperar a posse de bola e transferi-la aos "arquitetos do time - Leivinha e Ademir - ".

Ao ataque restava cumprir com competência a arte de finalizar. Entre a velocidade e os dribles curtos insinuosos, a bola chegava ao "carrasco dos goleiros - César Maluco - ".

A "II Academia" era forte, mas o marketing não lhe favorecia. Times inferiores recebiam respaldo dos jornalistas - novidade? - mas sempre caíam à nossa frente. Enfim, nada que fosse desconhecido ao atual torcedor. Somente os bastidores eram outros, onde o espírito político prestava homenagens aos verdadeiros palestrinos e as taças conquistadas, bem mais importantes do que o poder presidencial.

Fórmula encontrada, Roger começa a reconhecer a face oculta do time de 2018 - e tudo indica que o elenco caminha rumo ao entendimento de suas responsabilidades.

Quais são as diferenças? Muitas! Entre elas... a "Sociedade" não é um time. Não precisamos de um time. O futebol não pede apenas um time. A "Sociedade" é um elenco.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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