DECIDIDOS OU DISSIDENTES? (25/05/2018)
 


A vida não se importa com alienados. Ao contrário, ela os esquece e prefere aqueles que aceitam o convite para dançar no baile das divergências.

A "Sociedade" não se comporta de maneira diferente e chega ao extremo da discordância, envolvendo inclusive a "torcida uniformizada". Ali começam as anomalias.

De fluxo de energia do time alviverde a massa de manobra? Bem, isso é o que as fontes que detém o conhecimento dos fatos afirmam sobre aqueles que perfilam atrás de um dos gols do "Allianz" e afetuosamente recebem o nome de "meninos da Tia Leila", fruto do claro eufemismo antagônico.

Fazer política não é crime, mas os exageros levaram - e ainda levam - este país à bancarrota. Vórtice e partícipe deste momento, reflexo até, a "Sociedade", força emergente, deve se acautelar para não pagar o preço implacável do "circo da alegria" tanto para quem atua, quanto para quem assiste.

Não podemos nos dar o direito da conivência e, por exemplo, obrigar torcedores comuns a vestir camisas outras que não nos remetam ao "Palmeiras", transformando assim locais públicos em conglomerados institucionais - absurdos e dignos de pedágio medieval. O mundo tem lutado por transformações e não nos parece admissível "dar asas ao clientelismo".

Enfim, antes que o galo cante e os verdadeiros princípios da "torcida uniformizada" sejam varridos da face da terra, lembremos dos matizes que balizam seus gritos ensurdecedores: "O verde, o vermelho - quiçá - e o branco".



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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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