VENENO TINTO (23/07/2018)
 


Voltamos felizes! Vivos e respirando a "Sociedade" e sua mania de curtir vitorias, ao sabor de uma taça de veneno tinto.

É claro que o homem - ou mulher - palestrino (a) tem todo o direito de escolher como festejar os momentos de sucesso, mas desta forma, ultimamente de um amargor incomparável, poucas vezes assisti.

Entretanto analisemos os fatos e procuremos a lucidez, para que alguns exaltados não nos crucifiquem.

O retorno alviverde ao "Campeonato Nacional" não foi o que esperávamos. O número de gols perdidos na primeira partida pós "Copa do Mundo" foi proporcional à nossa sorte no segundo jogo. Mas o futebol não se alimenta apenas de competência.

Ultimamente somos mais perseverantes do que prontos para os embates que se anunciam para o "mês do cachorro louco", agosto. Melhor que seja assim e que o "desconfiômetro" fomente os nossos jogadores.

Contudo, eu tenho cá minhas dúvidas e elas atormentam qualquer otimista. A cabeça de área não vem produzindo satisfatoriamente. O tempo de bola descalibrado expõe o sistema defensivo e incomoda o ataque, que não cria proporcionalmente às nossas necessidades.

Todos temos dicas e não furtarei das minhas, o ilustre leitor. Melhor seria apostar conscientemente em um meio de campo versátil e de múltiplas funções. Por que não "BH", "Moisés" e "Lucas Lima"?

Afora isso, eu continuarei incentivando. Independente da política corrosiva do bastidores alviverdes. Afinal, ela não nos proporciona água limpa.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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