EU NÃO TENHO MAIS IDADE PRA ISSO, MAS... (17/08/2018)
 


Prometi aos familiares que os jogos de 2018 e principalmente após a chegada de "Scolari" seriam jogados pelos atletas e não por mim.

Voluntariamente, eu não seria defensor, meio de campo ou atacante.

Em nome da saúde, eu seria um torcedor comum e nada mais.

Prometi e... não cumpri.

Meu sangue latino sobrevive e não dá tréguas ao meu cardiologista.

Minha esposa, passional, diariamente responsabiliza "Scolari".

Embora pareça insanidade, o ilustre "Bigode" tem o meu apoio, feito o ópio que nos entorpece a cada lançamento, arremate e vitória, mesmo que a fórceps.

Acho intuitivamente que a galera curte o jogo bem jogado, mas não desconsidera o espírito guerreiro, próprio dos times pragmáticos do "Mestre".

Diferentes de outros nomes e não foram poucos, hoje, a "Sociedade" ganhou o estigma do "gol a qualquer momento" e "graças a Deus" deixou de lado a obrigatoriedade de balançar as redes nos primeiros quinze minutos.

Confesso a dificuldade em acompanhar tal estratégia, mas da mesma maneira que nossos zagueiros, eu venho bravamente resistindo.

Até quando manteremos essa fleugma? Sabe-se lá, palestrinos. Entretanto, algo maior que a própria realidade nos faz enfrentar cardiologistas, esposas e adversários ressabiados.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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