ELEMENTAR, MEU CARO WATSON (20/08/2018)
 


"Elementar, meu caro Watson" - diria a figura emblemática de Sherlock Holmes, para explicar conclusões aparentemente complexas, com a simplicidade de quem tudo observa.

Não, caro leitor! Não é a sinopse de um dos famosos livros de "Sir Arthur Ignatius Conan Doyle". É apenas a forma que encontrei para sintetizar o quanto o futebol é muito mais simples do que possamos acreditar.

Não, palestrino! Ninguém descobriu fortuitamente a roda, do dia para a noite. Na verdade, "Scolari" apenas fez a roda girar estrada afora, enxergando em cada peça da engrenagem o melhor local para utilizá-la.

Zagueiros não inventam, laterais primeiro defendem para depois atacarem e o volante esteriliza qualquer processo infeccioso a frente da área.

O quarteto criativo reaprendeu valores primitivos do bom e velho futebol, entre eles recuperar a posse de bola - "Eu não tenho a bola, eu não crio e, assim sendo, não faço gol - .

E o atacante? Em luta insana, feito Quixote frente a moinhos de vento? Não, boquiaberto amigo que me prestigia com sua visita. Os homens de área nasceram para balançar as redes inimigas.

E assim vamos tecendo as tramas do novo tecido esmeraldino. Entre desconfianças e criticas maiores do que seu próprio merecimento.

Algum responsável que mereça elogios? Sim - citado acima , mas eu prefiro o silêncio absoluto, porque a concorrência deve morrer pelo veneno do ceticismo.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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