DESTINO, A GENTE CONSTRÓI (08/10/2018)
 


Há quatro anos atrás um "presidente insano" ousou vaticinar que o "Palmeiras" se apequenava.

Presidente presunçoso, ele não enxergou fundo as mudanças que a "Sociedade" concebia. Preferiu a superficialidade dos fatos, porque vencer era algo natural e acreditar no fracasso era algo inconcebível.

A soberba nunca lhes preparou para tempos difíceis e o clube do "presidente insano" caiu do mais alto pedestal.

A queda foi proporcional ao sucesso anteriormente alcançado e teve como último capítulo o clássico deste final de semana. "Choque-Rei" que assistiu mais um "tabu" cair.

Algumas características desse jogo realizado em gramado adversário deixaram marcas profundas. Ser o melhor não é algo que se mede apenas pelo torcedor ao largo das quatro linhas. O time leva a torcida e não o contrário.

E aí, ilustre palestrino, a "Sociedade" demonstrou-se madura e letal. Parece que senhora de si, a "Academia" sabia perfeitamente quando executar o ataque final.

Defesa consistente, meio de campo cerebral e ataque decisivo, nossa equipe deu a entender que os "3" pontos eram certeza absoluta. Conquistaríamos a vitória na hora que quiséssemos. Por intermédio de atletas inquestionáveis, tais como... citar os "11" titulares e mais os "3" reservas seria muito pouco ou quase nada.

Sendo assim, da mesma forma que todos os outros alviverdes, eu espero que a "Velha Raposa" persista no planejamento executado, pois este já deixou claro que quem envelheceu foi o crítico esportivo.



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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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