O INFERNO À NOSSA PORTA (22/10/2018)
 


Nós não estamos à frente da concorrência gratuitamente. Não foi o acaso que produziu "62" pontos, "47" gols pró e "19" gols contra.

Evoluímos e amadurecemos, por intermédio da disciplina de uma estratégia "Felipônica" que nos fez equilibrados. Ademais, eu garanto e não exagero, não somos fruto das últimas três partidas.

Embora a nossa forma de se defender seja consistente, ela expõe nossos atletas ao julgo dos juízes. O corpo a corpo - futebol de contato - exige mais dos apitadores e a maioria deles não está preparada para essa prática de jogo.

Assim sendo, da incompetência arbitral à teoria conspiratória, a "Sociedade" se vê a mercê das circunstâncias. Coincidências que nos predispõem ao jogo de cartas marcadas.

Entretanto, a temporada tem marcado o elenco pelo enfrentamento dos obstáculos intransponíveis. Algo como "quando tudo parece impossível".

Vamos ao "Rio" sabedores da dificuldades. Fase adversária, desfalques, sequência de viagens... Ufa! Merecemos um livro".

Merecemos um livro, sim, mas não somos prisioneiros de meras palavras. Construiremos ainda muitas aventuras antes da folha final.

Pensam que seremos adversários fáceis, assustados com estádio locupletado de torcedores? Isto é café expresso para quem desfrutará de uma "Buenos Aires" inamistosa.

Enfim, nada que não observamos até aqui.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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