A ERA DO LEITE (26/04/2019)
 


Abril de 1992 foi um marco para o futebol nacional.

Após "2" meses de intensas tratativas, "SEP" e "Parmalat" celebraram a assinatura de um contrato cogestor.

Curiosamente, tal contrato nunca foi assinado e o documento comprobatório - o contrato em branco - até hoje está disponível e arquivado no cofre particular do ex-presidente "Bernardo Facchina".

Este acordo foi selado com as garantias dos "fios dos bigodes" de cada envolvido e trouxeram mais do que um projeto de negócios vantajosos. Foram "11" títulos conquistados em "8" anos - 1993 (Estadual, RJ-SP e Nacional); 1994 (Estadual e Nacional); 1996 (Estadual); 1998 (Copa do Brasil e Mercosul); 1999 (Libertadores) e 2000 (RJ-SP e Copa dos Clubes Campeões do Brasil).

Depois de "27" anos, o que ficou de positivo neste acordo jamais repetido nas mesmas proporções?

Bem, nada seria exagero, mas pouco espelharia a realidade.

É claro que muito do que podemos criticar advém, infelizmente, do nível de presidentes empossados nesse período.

Nunca houve por parte de quem preside um comando equilibrado. Alguns foram excessivamente austeros com as finanças, enquanto outros excessivamente generosos com os gastos.

Contudo, se não aprendemos tudo com o fenômeno "Parmalat", fomos norteados por ele e traçamos o nosso caminho.

Embora os bastidores alviverdes esquentem constantemente é público e notório que o mundo palestrino mudou para melhor.

O que nos falta? Espaço para a convergência de ideias.



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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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