A CAIXA DE PANDORA CHAMADA PALMEIRAS (31/07/2019)
 


A "SEP" contribuiu de forma categórica para que o desequilíbrio emocional crescesse internamente e fizesse com que a confiança fosse embora.

E quando o pesadelo incorporou em cada atleta, tudo que o time realizava com eficiência e naturalidade ficou pela estrada afora.

Contudo, assim como "A Caixa de Pandora" mitológica, todos os males libertos nos envenenaram e nos restou a esperança como alternativa.

Entretanto, como diria o amigo "Conrado" : "Esperança não é confiança". Mas é o principio da cura, ilustre "Parmerista".

E assim começou. À fórceps, é claro, mas da maneira que o torcedor insiste em cobrar: "Com raça e vontade".

Aliás, eu que tanto critiquei as atitudes passionais da torcida palestrina, pessoalmente quero parabenizá-la pelo incentivo irrestrito durante os noventa minutos.

Dentro das quatro linhas as rédeas do jogo não saíram dos pés de "Felipe Pitbull Melo". Sua experiência estreitou distancias e ninguém dominou melhor o meio de campo.

"Borja" foi objetivo e ser assim é ser oportunista. Ele se alimenta das sobras e elas bem aproveitadas abrilhantam o banquete dos mendigos.

"Scarpa", repentinamente entrou e cavou espaço como o elemento surpresa do jogo. Além de tal alcunha, o número "14" puxou sarrafo acima o nível do segundo tempo de "Dudu".

Alegrias à parte, nossos problemas não foram solucionados. Apenas amenizamos a dor sentida nas últimas semanas.

Embora as feridas ainda estejam cicatrizando - todo o cuidado é pouco - , o remédio ministrado surtiu o efeito desejado e mesmo que a "Imprensa" encontre chifre na cabeça de cavalo, a "Sociedade" sabe como se recuperar.

A confiança tornar-se-á realidade, mais um vez? Assim esperamos, pois o futebol vive muito do emocional e quando equilibrados, fluímos.



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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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