DIREITO DE RESPOSTA (09/04/2014)
 


Caro leitor, a escolha do caminho correto é um exercício constante de busca da maturidade. A cada manhã despertamos com uma estratégia montada. Um dia somos agressivos e noutro somos brandos. Contudo, características marcantes não podem abandonar as nossas linhas, entre elas a coerência, virtude própria dos competidores fadados ao sucesso pleno e absoluto, às vezes polêmico e questionável.

A "Sociedade", motivo da existência palestrina, pode e deve participar dos processos de conquista, mas de forma democrática e convergente. Inadmissível acreditar na existência de forças contrárias entre nossos pares, principalmente quando o nosso destino é decidido frente às linhas inimigas. Não existe prazer pelo viés da derrota, como alguns "cientistas" procuram propagar. O melhor Palmeiras insiste, resiste e sobrevive através do incentivo coletivo e do descompromisso com a política ineficaz e oportunista - ao qual humildemente incluo este colunista, embora as "tias Doras" recusem admitir e busquem seus quinze minutos de fama.

Nossa presidência planejou um trabalho e não vai riscá-lo do mapa. Pode mudar um trecho ou uma sequência - é natural -, mas não desistirá da filosofia ora aplicada - convenhamos, isso é bom e demonstra personalidade.

Nosso Diretor Técnico, incansavelmente criticado - até quando acerta - não pode ser responsabilizado pelos malefícios do universo. Nossa equipe possui um estilo de jogar, fundamento difícil de suportar à descrença de um elenco - coisa que precisamos admitir, não persevera. A harmonia entre comandante e comandados é patente

Esse clube pelo qual dedicamos muito de nosso tempo mudou e para melhor. Os homens que o dirigem continuam aparando arestas, mas muito do caos foi dissipado. As temporadas de 2013 e 2014 certamente não encerram um ciclo, mas explicam porque não podemos nos sujeitar aos caprichos do passionalismo de quem torce. A grandeza permanente da Sociedade Esportiva Palmeiras passa pelo altruísmo de alguns em consolidar a saúde de nossas finanças. Não podemos nos contentar com os prêmios sporádicos. Precisamos valorizar nossa permanência entre os melhores e mudarmos a mentalidade dos "pequenos preciosos". É hora de prendermos a conquistar sempre.




***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História.... Amizades ... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira e poesia perdidas.

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