MADE IN CHINA (08/01/2016)
 


O modo chinês de fazer futebol é peculiar. O jogador é o objetivo final. O empresário é apenas uma personalidade intermediária a ser convencida pelo "vil metal". O clube é o que menos importa - paga-se a multa contratual e pronto; não há necessidade de sentar-se ao redor de uma mesa e discutir assuntos como direitos financeiros ou federativos.

E aí vem um "Presidente borra-botas" e especula chamar o "nosso Presidente" de aliciador de jogador. Acho que ele nunca encontrou pela frente um "Executivo chinês".

Casos como "Alan Kardec e Lucas Lima" assemelham-se em gênero, número e grau. Aqueles que empresariam os negócios dos respectivos atletas ofereceram os serviços de seus clientes. O interesse existiu à época e voltou a existir agora.

Assim sendo, uma coisa ficou evidente, a "Lei Pelé" precisa ser revista e melhor trabalhada. Agentes e empresários se divertem mais, a cada dia.

Por outro lado, novos ventos trazem esperança à coletividade alviverde. Parece que "Nobre" e o "Velho da Crefisa" voltaram a sentar ao redor da mesma mesa. Ambos pedem passagem para novas investidas? A "Sociedade" agradece.

Quem falou que o futebol é, apenas, a casa dos "homens do bem"? O futebol também é a casa dos "homens de bens".



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Voltaremos na segunda-feira, 11/01/16.

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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