O FIM DO MONOPÓLIO? (11/01/2016)
 


É consenso geral entre os aficionados da "Sociedade" que, um time forte e consequentemente competitivo apenas subsiste mediante planejamento.

Planejamento é sinal de profissionalismo indiscutível, responsável, por exemplo, por contratos muito bem costurados e que possibilitam, na pior das hipóteses, justiça social - igualdade entre os concorrentes, algo que hoje inexiste.

Futebol é esporte; esporte é saúde; saúde é uma das necessidades imperativas da sociedade.

Enfim, futebol é um dos veículos de maior efeito global - não pode e não deve ser usado como instrumento alienador de determinados "aparelhos comunicadores". Antes do asfixiante "objetivo financeiro" é mister o "objetivo ético". Somente a concorrência entre as forças sufoca o imperdoável monopólio.

O canal "EI" vem a público inovar este combalido mercado. Esta emissora oferece alternativas àqueles - entre eles, a "Sociedade" - que sofrem à míngua os erros cometidos anteriormente.

Queda de braço? Provavelmente! Vence aquele que melhor souber jogar - inclusive politicamente (Guerra dos Tronos em tempo real).

Paulo Nobre, desde já este colunista é favorável a mudanças de comportamento do mercado.

Examinando as novas perspectivas é lógico que outros fatores devem ser considerados, tais como o nosso patrocinador - o "Velho da Crefisa" que se manifeste, por gentileza. Entretanto, que se pondere da mesma maneira o nosso novo - e velho, por que não! - investidor. Afinal, o valoroso "Sócio Torcedor Avanti" pede passagem.



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Voltaremos na quarta-feira, 13/01/16.

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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