O DOCE VÍCIO DAS FINAIS (22/01/2016)
 


Lampejos técnicos permitiram que vencêssemos o Libertad do Paraguai.

Na verdade, dois momentos de pura lucidez brindaram a torcida alviverde com a esperança de um 2016 melhor – ou, na pior das hipóteses, igual à temporada passada.

Ainda carecemos de uma melhor saída de bola, variações táticas e velocidade, mas o começo do trabalho é bom e tende a evoluir.

Embora não esteja convicto, eu começo a entender que o “desenho” do time de M.O. pede outros jogadores, diferentes dos atuais. Assim sendo, a tendência é que alguns percam vaga entre os titulares – e deve ser encarado com naturalidade entre profissionais que militam o futebol.

A coluna “Galope Peregrino” elegeu Zé Roberto (3º), Moisés (1º) e Erik (2º) os destaques do jogo. Contudo, Allione merece lembrança. Interessante como no esporte competitivo, as atuações deixaram de lado a constância e passaram a ser pontuais – momentos de brilho.

Graças a esses “momentos de brilho” disputaremos mais uma final. Esperamos contra o Nacional do Uruguai - a primeira partida de uma série de três; duas pela “Libertadores” - um melhor entrosamento de nossas linhas.

Acostumar-se a finais, mais que um capricho é uma necessidade. Somente assim a “Sociedade” apresentará forma e alcançará respeito adversário. Afinal, respeito se mede em atitudes... e conquistas.



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Voltaremos na segunda-feira, 25/01/16..

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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