LUIGI, PAI DE VITÓRIO (29/01/2016)
 


Luigi nasceu pelas mãos do destino e contrariando as expectativas decidiu-se pela liberdade e escolha de “fazer a América”.

Luigi “abraçou o mar” e fez do “Atlântico” sua porta de entrada rumo ao Brasil.

Contra tudo e contra todos, Luigi foi a “Sociedade”. Mesmo antes de ela respirar, em pleno Século XIX, ele foi palmeirense, graças a Deus.

Luigi não precisava do “mundo aos seus pés”. Delirava, sim, por um singelo lugar para sonhar, gritar gol – mesmo que o futebol ainda não fizesse parte dos corações desta terra – e ser feliz.

De Luigi nasceu Vitório e a história dos “Franzoni” disseminou-se Brasil afora.

Hoje, distantes das raízes iniciais, “nostra famiglia (Franzonis ou Esmeraldinos)” não é só de oriundos, pois das tradições de além mar surgiu nossa filosofia de ser.

Somos alviverdes e nos habituamos a planejar sobre nossos objetivos, por novas conquistas, por hegemonia entre os concorrentes e pelo orgulho ético de continuarmos determinando o nosso destino, assim como Luigi, pai de Vitório.

Somos alviverdes e almejamos o estado, o país e a América.

O mundo? Mais tarde.



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Voltaremos na segunda-feira, 01/02/16.

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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