COM A CARA DA LIBERTADORES (01/02/2016)
 


A "Sociedade" é cascuda, sim. Talvez, o maior dos maiores fanáticos alviverdes não conhecia esse nosso lado competitivo.

Sinceramente, quanto mais difícil for o jogo, melhor será aos nossos interesses. A "Libertadores" é pura guerra e as batalhas como esta, pelo "Estadual", só reafirmam o que vem pela frente e o quanto preparamo-nos para tal tarefa.

O sistema defensivo foi aprovado na bola aérea e os volantes pouco permitiram aos armadores adversários. Indiscutivelmente, ao manter um desempenho constante, Arouca foi "o cara do jogo" - com minhas devidas lembranças ao grande Dudu.

É visível como o espírito de grupo dá sinais evolutivos. A equipe sente o jogo intensamente. Tudo ao redor não passa em branco e isso é bom.

Mais que "onze craques" temos "onze jogadores interessados em conquistar a América". Longe de chamá-los de "humildes operários", nossos jogadores são, sim, "um time acima da média" e que aprendeu a marcar e valorizar cada disputa de bola.

Depois de analisar as características dos últimos conquistadores do "campeonato mais importante do continente", mantenho minha tese descrita em texto anterior: "...ataque ganha jogos e defesa conquista Libertadores." (O QUE MONTEVIDÉU NOS ENSINOU - 25/01/16).

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Voltaremos na quarta-feira, 03/02/16.

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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