MATIZ DE UM CAMPEADOR (11/06/2016)
 


Quanto precisamos para nos diferenciarmos dos meros concorrentes? O valor equilibrado entre acertos e erros? Ou melhor... acertar mais que errar? Ou... acertar frequentemente e errar vagamente?

Para nos tornarmos competitivos em potencial é necessário algo importante e nós chamamos de equilíbrio.

Equilíbrio para atacar, assistir e arrematar, valorizando a objetividade.

Equilíbrio ao recompor-se, interceptar, recuperar a bola e contra-atacar, completando assim o ciclo mágico do futebol.

Para que o equilíbrio dê frutos, nós precisamos de tempo e de treinos? Na verdade, depois do tempo disponibilizado e dos treinos repetidos insistentemente, nós precisamos é de uma sequência de bons resultados.

A tendência do amadurecimento germinar é mais que provável. Afora o trabalho de Cuca e seus atletas caberá à coletividade torcer. Exclusivamente preencher as dependências da "Arena Allianz Parque" e torcer - e dividir o espaço com a concorrência, quando possível, da mesma forma que foi em Brasília.

Ademais, só nos resta esperar e desenvolver mais que a espera. Respirar a esperança.

Aliás, ao falarmos da "Sociedade" lembramos da cor verde, cor do equilíbrio e da esperança. Coincidência?



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Voltaremos na segunda-feira, 13/06/16.

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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