A COR DA CAMISA MEDE ALGUMA COISA? (22/07/2016)
 


Jornalista Mauro Cezar Pereira, o meu objetivo ao escrever e publicar o texto intitulado "AMNÉSIA JORNALÍSTICA (PTD, GALOPE PEREGRINO, 20/07/16)" não era levar-lhe ao constrangimento, mas exigir do nobre profissional a isonomia que esperamos do jornalismo brasileiro.

Acredite em minhas palavras, o leitor não aceita mais "textos de cunho clubístico". Ao criticar um clube e seu "modus operandi", o mínimo que esperamos é o mesmo procedimento frente a outras entidades - Clube de Regatas do Flamengo, por exemplo, extremamente caro aos seus sentimentos.

É nítida a falta de coerência de seus últimos textos ou inserções em participações de programas esportivos. Afinal, enquanto a "Sociedade Esportiva Palmeiras" "exagera nos reforços", o mesmo não se pode dizer do "Rubro Negro Carioca". Quantidade é ou não é qualidade? Medimos pela cor da camisa?

Não podemos e não devemos aperfeiçoar "o modelo Palmeiras" de gerir o futebol? Entretanto, os contratos assinados por produtividade passaram a ser adotados pelo clube que faz os seus olhos brilharem. Não foi assim com Diego?

Todos temos um clube por quem torcemos. Contudo, não posso e não quero a hipocrisia como carro-chefe. A "Sociedade" merece a crítica? Critico!

A "Sociedade" merece o elogio? Elogio! Jamais mentirei! Jamais deixarei meus princípios um passo atrás de meu passionalismo.

Quando escrevo ou leio, eu prezo pela credibilidade.



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Voltaremos na segunda-feira, 25/07/16.

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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