A CADA GOL, MAIS PERTO ESTOU (10/08/2016)
 


Aprendi a comemorar cada conquista como única e somente assim meus objetivos foram alcançados.

Feita a lembrança, mais uma vez não me furtarei do prazer do pódio, mesmo que por um turno e troféu institucional, às custas da técnica que nos marcou profundamente, desde 1914.

Perdoem-me pelo otimismo, mas o ranço nunca foi uma característica marcante de minha personalidade. Eu até entendo aqueles que preferem alertar sobre o fracasso eminente, porém o medo sempre alimentou a minha coragem.

Não espero que o milagre seja a espada justiceira que afronta meus adversários. Prefiro que cada jogador do elenco interprete o papel de herói, em cada um dos “19” jogos restantes. Afinal, a eles atribuímos a responsabilidade de escrever a história palestrina.

É hora de mudarmos silenciosamente a mentalidade. Aprendermos que o sorriso sai mais em conta e nos rejuvenesce, onde cada jogo é uma batalha a ser travada e a chance do título aumenta a cada rodada.

O que não me mata, me fortalece (Friedrich Nietzsche).



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Voltaremos na sexta-feira, 12/08/16.

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.


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