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Relembre abaixo os principais acontecimentos da temporada.
   

O ano começou com a torcida esperando por reforços de peso, mas os nomes que chegavam não eram grande coisa, como o meia Daniel Carvalho, trocado por Pierre junto ao Atlético-MG, o zagueiro Adalberto Román, vindo do rebaixado River Plate, e os laterais Juninho e Artur, vindos de Figueirense e São Caetano, respectivamente.


O primeiro nome que realmente animou a torcida foi o do argentino Hernán Barcos, goleador da LDU, mas uma piadinha sem graça do vice-presidente Roberto Frizzo quando melou o negócio (o cartola disse que o Palmeiras não era marinha para saber de Barco). Após uma longa novela, o Pirata enfim se apresentou, mas ainda levou alguns jogos para estrear em função da documentação.

   

Enquanto esperava por Barcos, o Palmeiras fazia uma campanha mediana no Paulistão. O time estreou com vitória sobre o Bragantino mas logo em seguida empatou dois jogos seguidos contra Portuguesa e Catanduvense. Após os tropeços, porém, o time embalou e só viria a perder o primeiro jogo da temporada em março.

   

Quis o destino que novamente o rival que tiraria a invencibilidade do time de Felipão fosse o Corinthians, fato que já havia acontecido em 2011. A circunstância da derrota foi ainda revoltante, já que a mesma só aconteceu graças a dois vacilos incríveis de Márcio Araújo (incluindo um gol contra); o Verdão havia saído na frente com um belo gol de Marcos Assunção.

A derrota no clássico desencadeou uma sequência horrorosa, que culminou com a eliminação do Paulistão ainda nas quartas de final, diante do Guarani.
 

Simultaneamente à fase final do estadual, o Palmeiras já havia estreado na Copa do Brasil, e sem sustos despachou os modestos Coruripe, de Alagoas e Horizonte, do Ceará. A sequência do campeonato reservaria confrontos contra Paraná e Atlético-PR, e o time avançou à semifinal sem dificuldade.


O duelo contra o Grêmio gerou expectativa na torcida, afinal poucos dias antes a mesma equipe havia sido eliminada do Paulistão pelo Guarani, mas em pleno Estádio Olímpico o Verdão mostrou determinação e conseguiu fazer 2 a 0, gols de Mazinho e Barcos.

Para avançar à final de um campeonato nacional, algo que não acontecia há anos, bastava um empate na Arena Barueri. Quando Fernando abriu o placar, muitos dos presentes temeram pelo pior, mas o gol de empate anotado por Valdivia, poucos minutos depois, fez o estádio explodir em euforia. A final estava assegurada, e aconteceria contra o Coritiba, aquele dos 6 a 0 no ano anterior...

 

Totalmente focado na possibilidade de conquistar o título, o Palmeiras abriu mão das rodadas iniciais do Brasileirão. Foram 8 jogos com times mistos ou nitidamente desinteressados, algo que resultou em apenas 1 vitória e vaga permanente na zona de rebaixamento, de onde a equipe mal sairia durante todo campeonato.

 

Enquanto empurrava com a barriga a situação ruim no Brasileirão, o Palmeiras iniciou a disputa do título da Copa do Brasil. O primeiro jogo foi na Arena Barueri, e o Coritiba só não estabeleceu uma goleada no primeiro tempo graças à má pontaria de seus homens de frente e ao goleiro Bruno, iluminado naquela noite.

No final da etapa inicial o lateral Jonas agarrou Betinho - substituto de Barcos, com apendicite, e o árbitro assinalou a penalidade, convertida por Valdivia. No segundo tempo o gol de Thiago Heleno deu mais tranquilidade à equipe e aumentou a confiança da torcida para a partida decisiva.

Em Curitiba, ainda empolgados pela goleada aplicada no ano anterior, torcedores e mídia local davam o título como certo; todos eram unânimes em apontar o Coritiba como favorito, mesmo com a equipe de Marcelo Oliveira precisando de um 3 a 0. Até uma segunda estrela de campeão acima do escudo foi desenhada pela torcida.

Quando a bola rolou, porém, o que se viu foi uma partida equilibrada, e com o Palmeiras perdendo ótmas oportunidades para abrir o placar. O primeiro tempo terminou 0 a 0, mas o gol de falta anotado por Ayrton no começo da etapa final fez o Couto Pereira finalmente virar um caldeirão, algo que não havia passado de promessa por parte dos torcedores adversários.

O Coritiba precisava de mais um gol para levar a decisão para os pênaltis, mas quem marcou foi o Verdão, e com um heroi improvável: Betinho. O substituto de Barcos desviou cobrança de falta de Marcos Assunção e correu para o abraço do título, pois naquele momento apenas uma derrota por 4 a 1 tiraria a décima primeira conquista nacional do Palmeiras, que se isolou ainda mais no topo dos maiores campeões do país.



Campeão da Copa do Brasil, o Palmeiras teria tempo de sobra para se recuperar no Brasileirão e tentar levar o caneco da Sul-Americana. Em tese o ano estava ganho e a torcida passaria 6 meses apenas curtindo o time. Em tese...

Com o passar dos jogos, o time de Felipão não conseguia sair da zona de rebaixamento; em algumas vezes o Verdão até jogava melhor que o adversário e mesmo assim saia derrotado ou sem a vitória, como aconteceu contra o São Paulo, em Barueri; em outras, a arbitragem interferia descaradamente, como foi contra o Bahia, mas na maioria das vezes o time saiu derrotado por ruindade mesmo.

Inerte, a diretoria deixou que a situação chegasse a um estágio praticamente irreversível para agir. Apenas a 12 rodadas do fim o técnico Luiz Felipe Scolari foi demitido. Em seu lugar chegou Gilson Kleina, da Ponte Preta, que optou por abrir mão da Sul-Americana para tentar evitar o rebaixamento.

A eliminação na competição internacional se deu diante do fraco Millonarios, e naquela altura a salvação no nacional já era considerada improvável, mas a ficha da torcida só caiu quando o time foi derrotado pelo Coritiba e na sequência não conseguiu bater o Botafogo. A derrota para o Fluminense apenas sepultou de vez qualquer esperança de evitar a repetição do vexame de 2002. Assim, de forma melancólica terminava o ano para o Palmeiras. Após um Paulistão frustrante e um título importante, veio o rebaixamento. Ser Palmeirense é para os fortes.


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Fora das quatro linhas: 2012 começou com a confirmação da aposentadoria de São Marcos, algo já previsto desde o final da temporada anterior. Foram 532 jogos do ídolo com a camisa alviverde e uma identificação sem igual com a torcida. Marcos virou embaixador do Verdão e ganhou um jogo oficial de despedida no dia 11/12/12.


No lado financeiro o Palmeiras deu um grande salto ao assinar um excelente contrato de patrocínio com a Kia Motors. Por 3 anos a montadora sul-coreana desembolsará até R$ 74 milhões (entre valores fixos, bônus e premiações).

Mesmo com o cofre cheio, a diretoria protagonizou um dos maiores micos dos últimos anos ao tentar viabilizar a contratação de Wesley, junto ao Werder Bremen, através de uma vaquinha. Ainiciativa não arrecadou nem 15% dos absurdos R$ 21,3 milhões solicitados, e para não aumentar o vexame, Tirone, Frizzo e companhia resolveram efetivar a contratação. Talvez como castigo, Wesley se lesionou com gravidade no quarto jogo e passou sete meses no departamento médico, só retornando nas rodadas finais do Brasileirão, já com o time condenado.



A temporada também marcou a aprovação das Eleições Diretas para presidente e Vices. Após muita discussão e protestos pacíficos da torcida, o projeto foi colocado em votação no Conselho Deliberativo e aprovado, mas sua implementação ficou definida apenas para o pleito de 2015, com antecipação para o final de 2014, ano do centenário.


Enquanto a cartolagem batia cabeça e judiava do Palmeiras dentro e fora de campo, a WTorre seguiu em ritmo acelerado com as obras da Arena Palestra Itália. Os prédios administrativo e de quadras foram entregues, e a evolução da Arena foi flagrante. O estádio ganhou forma e até os primeiros módulos que sustentarão a cobertura foram instalados. A previsão é que a nova casa do Verdão seja entregue em setembro. Haverá, portanto, ao menos um motivo para a torcida comemorar em 2013.


Eduardo Luiz
Equipe Palmeiras Todo Dia

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